ago 23

Gestão de Informação

Gestão da informação é um tema em pauta entre os principais líderes mundiais. Não é para menos, pois na era das novas tecnologias de informação esse gerenciamento possui um papel central nos negócios.

Mais do que nunca, hoje a informação é um fator para o sucesso, pois ela agrega valor, logo, valorizar informação é investir num diferencial de mercado. Os executivos mais empreendedores têm apostado nesse investimento, construindo redes de relacionamentos eficazes.

O principal objetivo das redes de informação é promover um intercâmbio e a interação dos profissionais participantes dos diversos níveis e processos, que uma corporação possa ter.

Trata-se de motivar, mobilizar, discutir, trocar ideias e propostas, sendo uma comunicação eficaz.

A fim de construir tais redes de informação, é primordial a atuação de um líder na sua gestão, desde as etapas de aquisição, organização e disseminação dos dados.

Informação especializada e principalmente personalizada são fatores importantes para a eficácia da rede. Assim, é preciso prospectar e monitorar a dinâmica interna da corporação mapeando os pontos em que as fontes geradoras de informações possam ser bem sucedidas.

A participação nessa rede intensifica a sinergia com as ações corporativas e consolida a participação de todos os profissionais envolvidos.

Com as redes uma empresa pode obter um círculo de confiança, solidariedade e de circulação de informação e ideias entre os seus profissionais. A rede é o círculo mais elementar para alavancar as mais importantes ações empresariais.

“Gerir a informação é, assim, decidir o que fazer com base em informação e decidir o que fazer sobre informação. É ter a capacidade de selecionar um repositório de informação disponível aquela que é relevante para uma determinada decisão e, também, construir a estrutura e o design desse repositório”, (Zorrinho 1995, p. 146).

Portanto, quanto mais rápido for o acesso à informação que a empresa necessita, maior será a agilidade do fluxo de informações, facilitando, por sua vez, a tomada de decisão da empresa.

ago 20

processo comunicacional


Muito embora a comunicação esteja intrinsecamente ligada à nossa vida, nem sempre é fácil nos relacionarmos com as outras pessoas, pois apesar de sermos semelhantes como espécie, cada um de nós traz em si uma série de características específicas, tornando-nos seres únicos.

Considere que cada um tem um jeito próprio de ser, de pensar, de agir, de perceber e processar mentalmente a realidade que nos cerca. Se quisermos ampliar o nosso poder de interagir com as outras pessoas em ações de vendas, negociações, liderança, motivação ou apenas em situações de relacionamentos sociais, precisamos desenvolver habilidades específicas.

Então fica uma pergunta: Como posso desenvolver a habilidade de facilitar meu relacionamento com as pessoas?
Resposta simples e direta: Estudando-as, conhecendo-as e atuando com elas considerando seus respectivos jeitos de ser e de se comportar.

Quanto mais conhecermos suas tendências e características, maior será a probabilidade de nos ajustarmos empaticamente e com elas nos relacionarmos.

Imagine cada pessoa envolta por uma bolha. Essa bolha contém todo o referencial de vida que ela possui, suas crenças, seus valores, suas verdades, seus conceitos e preconceitos, seus conhecimentos, seus certos e errados. Pense que cada bolha tem uma cor diferente das demais. Portanto, basta respeitar e aceitar cada pessoa do jeito que cada uma é.

A comunicação não é aquilo que nós falamos, mas sim aquilo que é percebido, entendido, decodificado pelas outras pessoas.

Como anda sua comunicação com as pessoas? Reinaldo Passadori dá dicas para uma boa comunicação interpessoal.

comunicacao interpessoal

ago 18

ihh deu branco!

Em maior ou menor grau, todos nós sentimos um calafrio, ou um certo tremor, ou gagueira, ou taquicardia ou o famoso “branco” na hora de falar em público.

Isso pode ocorrer em uma aula diante dos alunos ou diante de uma grande platéia ou mesmo em uma reunião da qual estamos participando ou até dirigindo.

Mesmo que o assunto esteja pronto, que o tenhamos estudado e ensaiado, estamos sujeitos a essas manifestações, e por que não dizer, surpresas que nosso corpo nos oferece?

Esses comportamentos inadequados são sinalizações de que estamos demasiadamente preocupados ou com medo de algo. Pode ser da crítica dos colegas, medo de errar, de não nos sairmos bem, de esquecermos, de que tenhamos uma dor de barriga semelhante aquela que tivemos há 10 anos.

Mais importante ainda do que saber que estes problemas acontecem, é estarmos preparados para enfrentá-los.

Algumas sugestões, sem a pretensão de esgotar o assunto, nem mesmo apresentar uma “receita de bolo” para que essas dificuldades sejam eliminadas. No entanto, esses procedimentos poderão ajudar as pessoas que tem, em excesso, esses limitadores, notadamente no início das apresentações:

- A primeira sugestão é: faça um bom curso de Comunicação Verbal. Aliás, não só professores, mas creio que todos os profissionais deveriam fazer esse tipo de formação complementar, não só para terem mais segurança e naturalidade, mas para usarem melhor sua voz, seu corpo e estruturarem melhor suas ideias.

- Reforce sua autoestima. Ninguém irá valorizar aquela pessoa que não só não se valoriza, mas pior, se deprecia e desvaloriza suas qualidades.

- Prepare o assunto, organize as ideias, saiba como começar, desenvolver e terminar sua apresentação. Tenha exemplos para dar o colorido e gerar contrastes, além de facilitar a compreensão do ouvinte.

- Conheça o público alvo, saiba tudo o que puder sobre as pessoas, desde sua formação, quantidade de pessoas, simpatia ou antipatia pelo assunto ou por você, pontos positivos e negativos, tais como faixa etária, formação, classe social etc.

- Aprenda a controlar sua ansiedade. Há exercícios de relaxamento, desde os respiratórios, exercícios físicos, leitura de textos com mensagens otimistas, ouvir uma música suave, meditação ou outra estratégia que para você funcione como redutor do nervosismo, principalmente o inicial.

- Administre sua preocupação, em especial o excesso dela. Saiba que a preocupação por si só, nada resolve.

- Ensaie, treine, esteja bem preparado, administre o tempo de sua exposição, esteja preparado para eventuais perguntas que poderão fazer, tenha as respostas planejadas. Se preparar recursos audiovisuais, verifique se estão corretos, se os equipamentos estão funcionando, antecipe-se a possíveis falhas, tenha um “plano B” sempre pronto para ser acionado se ocorrer alguma catástrofe.

- Por último, como essas situações são inevitáveis para quem almeja ser valorizado e reconhecido pela sua capacidade, cabe um provérbio muito popular: “Fé em Deus e Pé na Tábua”.

ago 16

limites

Por Reinaldo Passadori.

Tive uma experiência interessante em um curso de teatro, conduzido por Sílvio Zylber. Ele afirmou, em um determinado momento, que “o ser humano caminha quando se desequilibra”. Diante da contestação de vários participantes, incluindo a minha, propôs um exercício: pediu que todos ficássemos em pé, com o corpo encostado na parede. Imagine um grupo de pessoas em uma sala, com o corpo todo grudado na parede.

Em seguida, ele solicitou que desencostássemos somente a cabeça cerca de cinco centímetros, inclinando o corpo, mas mantendo a coluna ereta. Depois mais cinco centímetros, e mais, e mais, até que chegássemos ao nosso limite. Isso quer dizer que estávamos a ponto de nos esborrachar no chão.

Para nossa surpresa, ele disse: – Mais cinco centímetros… – e acrescentou – podem dar um passo à frente.

Naquele momento, ficou clara a proposta do diretor, uma sequência ininterrupta de desequilíbrios e o consequente reequilíbrio através dos passos fazem o ser humano caminhar.

Esse mesmo conceito pode ser utilizado ao analisarmos outros limites que nos foram impostos ou os que nós mesmos adotamos. Entretanto, há alguma estratégia para superarmos nossos limites? Se há, como proceder para implementá-la?

O primeiro passo é a conscientização desses limites. Para todos os comportamentos humanos há um limite máximo e, obviamente, um ponto intermediário entre um e outro. Nessa amplitude conhecida e dentro da normalidade vivemos e atuamos. Quais são, então, os fatores que nos impõem esses limites?

Primeiro, há os agentes externos, limites que nos são impostos pela sociedade e a civilização, tais como regras, leis, usos e costumes, tradições, cultura, religião predominante, sistemas de governo, localização geográfica, condições climáticas ou festividades e eventos específicos. Um bom exemplo é o uso das fantasias no carnaval ou nas festas do Boi Bumbá.

Além desses limites externos, há os de cunho pessoal, que fluem de dentro para fora, do interior para o exterior. Figuram aí as crenças, os valores, características hereditárias, idade, emoções, experiências de vida, profissão, nível cultural, religião pessoalmente adotada, momento psicológico, saúde, aparência.

Reconheça que os nossos comportamentos são corroborados pelas experiências e aprendizados da própria vida e, assim, passamos a agir dessa ou daquela forma, ou em conformidade com padrões. Rebelando-nos e agindo de maneira contrária ou inadequada a eles, sempre os tomamos como referência.

Estabelecer novos padrões de comportamento, ampliar nossa própria percepção sobre essa possibilidade implica quebrar alguns paradigmas, ser ousado, correr alguns riscos, o que, convenhamos, não é fácil.

De qualquer modo, sugiro que você se desequilibre um pouco, faça coisas novas, reinvente um novo jeito de realizar o que tem realizado, questione tudo e todos, não se conforme se algo o incomoda.
Impressiona-me o quanto as pessoas, de maneira geral, são ou estão acomodadas, conformadas, limitadas demais, ora reclamando, ora criticando, ora se fazendo de vítimas ou sentindo-se culpadas.

Faça uma lista por escrito do que quer mudar, estabeleça um plano de ação, mesmo que pareça muito difícil; defina o tempo necessário para concretizar a mudança e lembre-se de registrar o dia e a hora dessa decisão. Podem ser coisas simples como realizar um novo estudo ou parar de fumar, fazer ginástica ou escrever um livro. Podem ser também ações ousadas e de vulto, como adquirir uma casa de praia ou uma revolução em sua vida por sentir-se infeliz: mudar de cidade, de estado de país, de companheira.

As mudanças são possíveis e passíveis de concretização, podem gerar fortes emoções, mas são elas que dão o tempero da vida.

Lembre-se de que as grandes mudanças ocorrem de dentro para fora, como disse George Bernard Shaw: “É impossível haver progresso sem mudanças e quem não consegue mudar a si mesmo, não muda coisa alguma”.

limites

ago 13

reuniao

A habilidade de se comunicar e de se relacionar é uma das principais competências necessárias e exigidas de um profissional moderno.

Um profissional moderno é aquele que vive plenamente o seu tempo, dinâmico, atualizado, focado, que não apenas deseja manter-se empregado, mas crescer e destacar-se em um cenário cada vez mais competitivo.

Possui o conhecimento técnico necessário para sua atuação profissional, e sabe que isso só não basta. É preciso liderar, motivar as pessoas, participar de reuniões, compartilhar seus conhecimentos, criar e manter sempre atualizada uma rede de relacionamentos e saber fazer o seu marketing pessoal.

A habilidade de se comunicar bem, com técnica, elegância, fluidez, naturalidade e objetividade é o recurso fundamental para o profissional que deseja fazer valer o seu potencial e ser devidamente reconhecido e valorizado.

Ainda que, aparentemente, comunicar-se pareça ser uma atividade simples e fácil, ao nos aprofundarmos no assunto, notamos pessoas com inúmeras dificuldades, tais como: timidez, falas prolixas, vícios de linguagem, dicção ruim, inexpressividade corporal, pouca autoestima, entre outras.

Quando solicitado a participar de reuniões na empresa, o profissional deve estar bem preparado para argumentar de forma clara, precisa e objetiva, tornando-se uma pessoa visada e de referência na organização.

E você? Como se sai numa reunião? Reinaldo Passadori dá dicas de como se expressar bem nas reuniões e encontros profissionais.

reunioes

ago 13

dia do economista

ago 11

manifesto gerundista


Texto de Ricardo Freire

Este artigo foi feito especialmente para que você possa estar recortando, estar imprimindo e estar fazendo diversas cópias, para estar deixando discretamente sobre a mesa de alguém que não consiga estar falando sem estar espalhando essa praga terrível da comunicação moderna, o gerundismo.

Você pode também estar passando por fax, estar mandando pelo correio ou estar enviando pela Internet. O importante é estar garantindo que a pessoa em questão vá estar recebendo esta mensagem, de modo que ela possa estar lendo e, quem sabe, consiga até mesmo estar se dando conta da maneira como tudo o que ela costuma estar falando deve estar soando nos ouvidos de quem precisa estar escutando.

Sinta-se livre para estar fazendo tantas cópias quantas você vá estar achando necessárias, de modo a estar atingindo o maior número de pessoas infectadas por esta epidemia de transmissão oral.

Mais do que estar repreendendo ou estar caçoando, o objetivo deste movimento é estar fazendo com que esteja caindo a ficha das pessoas que costumam estar falando desse jeito sem estar percebendo.

Nós temos que estar nos unindo para estar mostrando a nossos interlocutores que, sim! Pode estar existindo uma maneira de estar aprendendo a estar parando de estar falando desse jeito.

Até porque, caso contrário, todos nós vamos estar sendo obrigados a estar emigrando para algum lugar onde não vão estar nos obrigando a estar ouvindo frases assim o dia inteirinho.

Sinceramente: nossa paciência está estando a ponto de estar estourando. O próximo ‘Eu vou estar transferindo a sua ligação’ que eu vá estar ouvindo pode estar provocando alguma reação violenta da minha parte. Eu não vou estar me responsabilizando pelos meus atos.

As pessoas precisam estar entendendo a maneira como esse vício maldito conseguiu estar entrando na linguagem do dia a dia.

Tudo começou a estar acontecendo quando alguém precisou estar traduzindo manuais de atendimento por telemarketing. Daí a estar pensando que ‘We’ll be sending it tomorrow’ possa estar tendo o mesmo significado que ‘Nós vamos estar mandando isso amanhã’ acabou por estar sendo só um passo.

Pouco a pouco a coisa deixou de estar acontecendo apenas no âmbito dos atendentes de telemarketing para estar ganhando os escritórios. Todo mundo passou a estar marcando reuniões, a estar considerando pedidos e a estar retornando ligações.

A gravidade da situação só começou a estar se evidenciando quando o diálogo mais coloquial demonstrou estar sendo invadido inapelavelmente pelo gerundismo.

A primeira pessoa que inventou de estar falando ‘Eu vou tá pensando no seu caso’ sem querer acabou por estar escancarando uma porta para essa infelicidade linguística estar se instalando nas ruas e estar entrando em nossas vidas.

Você certamente já deve ter estado estando a estar ouvindo coisas como ‘O que cê vai tá fazendo domingo?’, ou ‘Quando que cê vai tá viajando pra praia?’, ou ‘Me espera, que eu vou tá te ligando assim que eu chegar em casa’.

Deus. O que a gente pode tá fazendo pra que as pessoas estejam entendendo o que esse negócio pode tá provocando no cérebro das novas gerações?

A única solução vai estar sendo submeter o gerundismo à mesma campanha de desmoralização à qual precisaram estar sendo expostos seus coleguinhas contagiosos, como o ‘a nível de’, o ‘enquanto’, o ‘pra se ter uma idéia’ e outros menos votados.

A nível de linguagem, enquanto pessoa, o que você acha de tá insistindo em tá falando desse jeito?

ago 09

comunicação no telefone

“FALE PARA QUE EU TE VEJA”. Esse pensamento é atribuído a Sócrates, filósofo grego, que tinha uma aguçada percepção sobre a natureza humana.

Quando uma pessoa fala, muito mais do que apenas o conteúdo, transporta através da sua voz e da maneira como se expressa inúmeras informações que são facilmente identificadas e percebidas pelo interlocutor, principalmente em ligações telefônicas.

Antes de apresentar as características que fluem através da fala, salientamos a importância para quem utiliza o telefone profissionalmente, efetuando vendas, no atendimento de clientes, negociando, prospectando novos negócios ou apenas obtendo informações para compor uma pesquisa.

Um profissional melhor preparado e consciente na utilização de sua voz, obtêm maior resultado com menor esforço prático. É essa a diferença entre excelentes, medianos ou fracos profissionais.

Utilizar a voz com conhecimento e sabedoria, considerando a adequação e coerência entre a forma e o conteúdo aprimora o seu próprio potencial, trazendo-lhe como retorno maior o reconhecimento e a satisfação pessoal.

Para sua análise, ou melhor, para analisar sua voz e sua fala, pondere sobre os seguintes pontos:

Sua voz transmite as suas emoções?

Se está irritado, nervoso, impaciente ou chateado com alguma coisa, talvez não seja a melhor hora para tratar com um cliente sobre algo importante. Procure acalmar-se, preparar-se psicologicamente, relaxar e aí sim, fazer a sua ligação.

Um bom exercício é resgatar lembranças de momentos em que sentiu paciência, tolerância, amor ao próximo, respeito, discernimento, bom senso e flexibilidade.
Com um estado de espírito desse jeito, você terá metade do sucesso garantido.

Boa dicção é fundamental

Pronunciar com clareza e naturalidade todos os sons de todas as sílabas das palavras é fundamental. Se você troca letras está com um sério problema que precisa ser corrigido (para não dizer “poblema” ou “pobrema”). Há ainda os que falam com a boca fechada, parecem ventríloquos e suas falas não são claras.

Há, também, os sons excessivamente anasalados e aquelas pessoas que tem a língua presa. Essas pessoas precisam investir na solução dessas dificuldades se desejam conseguir melhores resultados.

Administrar a velocidade – Um grande desafio

Há pessoas que falam depressa demais e os que falam muito devagar. Em ambos os casos o resultado é negativo.

Se a velocidade é muito rápida, prejudica a compreensão do interlocutor além de tirar a beleza da fala. Se é lenta, provoca sono e desatenção.

A solução é alternar a voz, ora falando um pouco mais depressa, ou mais devagar, deixando fluir as emoções, interpretando, dando vida à fala, tudo com moderação e bom senso, graça, leveza e naturalidade.

Uso de pausas – Fundamental para impactar

Três são as razões básicas para o uso das pausas: dar beleza ao processo dando o impacto das palavras na frase, para facilitar a compreensão do ouvinte e, também, para quem fala melhor concatenar as suas ideias.

Por isso, preste atenção se você faz um bom uso de pausas e faça uma auto-análise sob esse foco.

Sorria ao falar, inclusive, ao telefone

O bom humor, o espírito alegre e o prazer de falar com as pessoas é ato nobre e desenvolvido por pessoas que gostam de lidar com gente.

Demonstre com sua satisfação através do sorriso, suavidade, boa educação, gentileza e cortesia que flui do seu ser através da sua voz e da sua fala.

Mais importante que uma voz bem timbrada é uma voz bem administrada

Ou seja, melhor que um vozeirão de locutor ou (locutora) de FM, é mais importante uma voz clara, abastecida de um rico conteúdo e gramática correta.

Preste atenção! Faça com que sua voz seja o instrumento da sua realização pessoal. Como disse Menotti del Picchia:

menotti de picchia

ago 06

Através da nossa comunicação mostramos ao mundo quem somos, o que pensamos e o que sentimos.

Considerando que não nascemos sabendo nos comunicar, ressalvando-se as manifestações intuitivas, na dinâmica mudanças que vivemos em nossa época, precisamos aprender técnicas e aprimorar essa habilidade.

Há vários aspectos vinculados ao processo da comunicação. Um deles é a Comunicação na Dimensão Psicológica, que estuda e oferece recursos para que o profissional reforce sua segurança, fale com clareza e naturalidade em qualquer ocasião, formal ou informal, para um grande ou pequeno número de pessoas.

A Comunicação na Dimensão Vocal, considera e orienta o uso correto da voz, englobando suas variações e embelezamento, através da harmonização de suas características: volume e tonalidade.

Também, destaca-se a Comunicação na Dimensão Corporal, que estuda a gesticulação, expressão facial, olhar, postura, aparência, elegância e estilo, destacando-se ainda a impressão que causa às pessoas, podendo agradar ou desagradar, gerar um estímulo positivo ou negativo, se a pessoa é simpática, antipática, se tem boa aparência, uma postura humilde ou arrogante.

Nessa linha, destaca-se a Comunicação na Dimensão Técnica, que estuda todos os recursos em um plano intelectual, entre eles o vocabulário, a gramática, o uso de recursos audiovisuais, o planejamento e a preparação de uma apresentação, além de eliminar vícios, cacoetes linguísticos, gerar objetividade e profissionalismo a fala.

Para finalizar, a Comunicação na Dimensão Espiritual aborda o caráter das pessoas, os princípios e valores pelos quais pauta a sua vida. É como o rastro que cada um deixa por onde passa ou os adjetivos qualificativos que você conseguiu conquistar na sua vida, muito mais pelo que você fez ou faz do que pelo que você fala ou falou.
Mas afinal, você acredita ter fluência verbal e desenvoltura para utilizar sua comunicação?

Reinaldo Passadori explica como obter uma boa comunicação. Clique na imagem abaixo e assista o vídeo:

ter uma boa comunicação

Portal do Instituto Passadori: www.passadori.com.br

ago 06

dia dos pais

preload preload preload