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	<title>Instituto Passadori &#187; Comunicação Verbal</title>
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	<description>Educação Corporativa - Comunicação Verbal, Técnicas de Apresentação em Público, Oratória e Comunicação Escrita.</description>
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		<title>Automotivação: Um aliado forte para seu sucesso!</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 13:30:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Instituto Passadori</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação Verbal]]></category>
		<category><![CDATA[Facilitadores]]></category>

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		<description><![CDATA[Texto de Reinaldo Passadori &#8211; Adaptado por Kelly Campolongo Começamos a escolher que caminho profissional seguir em nossas vidas desde a primeira pergunta que nos fazem quando somos ainda criança: o que você quer ser quando crescer? A princípio, respondemos aquilo que nos vem à cabeça ou o que nos chamou mais atenção, escolhendo profissões<a href="http://blog.passadori.com.br/2010/03/23/67/">&#160;&#160;[ Read More ]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h6>Texto de Reinaldo Passadori &#8211; Adaptado por Kelly Campolongo</h6>
<p>Começamos a escolher que caminho profissional seguir em nossas vidas desde a primeira pergunta que nos fazem quando somos ainda criança: o que você quer ser quando crescer? A princípio, respondemos aquilo que nos vem à cabeça ou o que nos chamou mais atenção, escolhendo profissões mais visadas como médico, veterinário, bombeiro, advogado, enfermeiro, artista ou jogador de futebol.</p>
<p>Quando nos tornamos jovens, nossos sonhos e desejos começam a serem escolhidos de forma mais concreta e começamos a traçar metas e objetivos para realizá-los.</p>
<p>Mas será que tudo que planejamos sai exatamente do jeito que a gente espera? Nem sempre.</p>
<p>Não pense que é fácil. Se, por vezes aparecem obstáculos no decorrer de nossas vidas, aqueles momentos em que nos sentimos perdidos, saiba que é normal, diria até que é muito comum, porque a vida não é só formada por êxitos e glórias. É feita também das dificuldades, dos desafios, dos limites a serem ultrapassados e das pequenas ou grandes frustrações.</p>
<p>Nos deparamos então, com um item importante para não pensarmos em desistirmos de nossos ideais: <strong>a automotivação.</strong><br />
<center><img src="http://www.passadori.com.br/blog/imagens/motivacao1.jpg" alt="motivação" /></center></p>
<p>Ela começa com o objetivo a ser traçado e com o comprometimento em atingi-lo, para que possamos nos levantar com mais força, após cada tombo que tomamos.</p>
<p>É necessário termos a clareza de valores fundamentais e usarmos como forças impulsionadoras para resgatar o entusiasmo, força motriz para seguir adiante, com garra, firmeza e convicção. </p>
<p>A automotivação não é dependente de estímulos externos, tais como punição ou premiação. Ela nasce do orgulho em ser o autor, o responsável pelas decisões e ações e, fundamentalmente por dar a direção na vida a partir das escolhas que fizemos.</p>
<p>Uma pessoa automotivada irradia uma energia positiva de bom humor, de flexibilidade, de tolerância, pois tem a consciência de que uma grande edificação é feita passo a passo, tijolo a tijolo. </p>
<p>É importante fazermos a escolha de um trabalho que esteja vinculado à nossa vocação e a nossa competência, além do contínuo aperfeiçoamento dessas competências. </p>
<p>Portanto, há dois caminhos que nos ajudam e que são fundamentais para nossas realizações pessoais e profissionais:</p>
<p><strong>O primeiro deles é fazer aquilo gostamos de verdade.</p>
<p>O segundo é aprender a gostar daquilo que fazemos.</strong></p>
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		<title>Os Sete Pecados Capitais de Comunicação no Ambiente do Trabalho</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 20:19:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Instituto Passadori</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação Verbal]]></category>

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		<description><![CDATA[Esse artigo foi publicado pela Revista Melhor Gestão de Pessoas. As empresas atualmente têm muitos desafios a enfrentar para não cometerem erros na comunicação com os seus colaboradores. E as equipes e seus membros precisam estar atentos em evitar falhas que possam comprometer as suas carreiras e nem sempre são percebidas durante uma auto avaliação.<a href="http://blog.passadori.com.br/2010/02/01/os-sete-pecados-capitais-de-comunicacao-no-ambiente-do-trabalho/">&#160;&#160;[ Read More ]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Esse artigo foi publicado pela Revista Melhor Gestão de Pessoas.</em></p>
<p>As empresas atualmente têm muitos desafios a enfrentar para não cometerem erros na comunicação com os seus colaboradores. E as equipes e seus membros precisam estar atentos em evitar falhas que possam comprometer as suas carreiras e nem sempre são percebidas durante uma auto avaliação. Aprimorar a forma de se comunicar na vida profissional traz ganhos significativos e evita conflitos e insatisfações em todos os aspectos do dia a dia.</p>
<p>O papel do colaborador é justamente participar do “time” e se relacionar com os outros na empresa. E ele precisa saber como, afinal, mantém uma relação de convivência diária com seus colegas de trabalho. Um bom relacionamento interno é um fator estratégico para seu sucesso profissional e para o sucesso da empresa como um todo.  </p>
<p>Conhecer a si mesmo é a primeira etapa de uma vida equilibrada, e por conseqüência uma comunicação eficiente e realizadora. É preciso fazer uma reflexão profunda de como é a nossa interação com o mundo e conosco: a forma de interpretar fatos, de compreender o próximo, de adquirir o conhecimento, de tratar as pessoas; perante problemas e desafios, qual é o nosso modo de agir ? </p>
<p>Pensando no processo de comunicação, quando falamos, achamos que o outro está recebendo a nossa mensagem sem interpretação pessoal, entretanto, esquecemos algumas vezes que o nosso interlocutor adiciona significados. Ele reelabora o que apresentamos, baseado nas suas experiências e referências. Além das palavras usamos a linguagem não verbal, gestos e expressões para transmitir sentimentos, estado de espírito, idéias, pensamentos, intuições, sensações, valores e crenças pessoais. Nossa comunicação verbal e não-verbal é a representação do nosso mundo interior interagindo com o exterior.<br />
No contexto de uma organização, cada pessoa precisa avaliar seu relacionamento com os funcionários de diferentes setores da companhia. Saber lidar com a gerência, a diretoria e os mais diversos departamentos, muitas vezes envolvendo fornecedores e parceiros. Ser um profissional pró-ativo, comunicativo e perspicaz vai ajudar a evitar os sete pecados capitais ao se comunicar no trabalho. Eles foram inspirados em alguns dos pecados bíblicos. Vindo do latim peccátu, é o sentido de errar ou não atingir um alvo, ideal ou padrão.  Classificados por São Tomás de Aquino (1225-1274), os mais conhecidos são: gula, luxúria, avareza, ira, inveja, soberba, vaidade, preguiça, mentira, arrogância, calúnia, adultério, roubo, orgulho, ódio. Durante séculos as religiões e a sociedade discutiram sobre os pecados. Se durante a idade média o indivíduo era condenado ao cometer uma falha, hoje em dia o ser humano é visto como multidimensional e em constante evolução. Todos cometem erros, porém, o que não devemos é permanecer neles. Na vida moderna, parte do avanço conquistado vêm do aprendizado proporcionado pelas vivências e treinamentos corporativos. Durante a carreira profissional e mesmo no decorrer da vida, é essencial observar quais os pecados de comunicação são cometidos e o que fazer para evitá-los: </p>
<p>- <b>Apatia:</b> ela reflete o desconhecimento das características do público-alvo. De nada adianta ter o domínio da forma e do conteúdo se a fala é sem “alma”, sem sensibilidade e sem conexão com a audiência. O contrário da apatia é a empatia, a capacidade de se colocar no lugar do outro, compreendendo o seu nível sócio-cultural, temperamento e momento psicológico. Ser empático é ser generoso com o outro, ao contrário da avareza, o querer tudo para si. Com a voz serena, mas firme, pode-se articular palavras com calma, confiança, polidez e respeitabilidade, tornando a comunicação atraente.</p>
<p>- <b>Insegurança:</b> a falta de informação, de conhecimento sobre uma situação ou um tema, pouco ou nenhum conteúdo evidenciam a ausência de assertividade. Pessoas inseguras geralmente se comportam de maneira agressiva, para causarem medo e intimidação. Expressa autoridade com rispidez. Essa imposição encobre o receio das suas próprias fragilidades. Ser assertivo é ter autoconhecimento. Quem se conhece verdadeiramente pode se observar “de fora”. Possui uma consciência de si tão sensível que pode observar a própria atuação durante as relações interpessoais. Detém o controle de seus atos, seus gestos e suas palavras. A comunicação interpessoal é o reflexo da comunicação intrapessoal. Ao dominar as ações e o discurso, cultiva-se o equilíbrio interior, e certamente os reflexos na comunicação interpessoal serão positivos. Uma pessoa assertiva quer defender seus direitos e idéias e, ao mesmo tempo, procura aceitar os dos demais. Ela é firme, é confiante, é respeitosa, é ponderada, é, afinal, controlada. Quem mantém um comportamento assertivo é alguém emocionalmente inteligente e maduro e com certeza tem um destino destacado no futuro: o sucesso. </p>
<p>- <b>Impaciência:</b> um dos grandes obstáculos ao aprendizado e à boa convivência. Pouca clareza e nenhuma empatia tornam a comunicação quase que uma obrigação ao invés de ser uma ação prazerosa e envolvente. Quando se é impaciente, sobra pouco ou quase nada a ensinar e não há espaço para a observação e o intercâmbio de informações. Uma postura sábia requer dar o tempo de maturação necessário aos acontecimentos e também tomar decisões firmes de forma serena, sem atropelos. No contexto corporativo, os profissionais – que são, sobretudo, seres humanos, com todas as suas imperfeições, complexidades, singularidades intrínsecas – se inserem em uma dinâmica empresarial e têm de lidar com conflitos provocados pelo atrito de suas diferenças. Ninguém é melhor do que ninguém a priori: só é possível avaliar uma proposta ou uma opinião como “a melhor”, mais adequada, mais oportuna, com base no diálogo, na argumentação sólida e na consideração e respeito pelos outros. </p>
<p>- <b>Incoerência:</b> Discrepância, falta de lógica, inconseqüência. É a diferença entre falar, defender uma idéia, valores ou posição e não seguir os discursos e as idéias apregoados. Durante uma exposição, não encadear os assuntos dando uma seqüência pertinente e complementar, defendendo um ponto de vista para em outro momento contradizê-lo. Esse comportamento desperta desconfiança e descrédito, pois as pessoas acreditam que a qualquer momento o incoerente poderá mudar de lado e até terá uma justificativa, sem se importar com os desdobramentos das suas atitudes. </p>
<p>- <b>Prolixidade:</b> ser excessivamente longo, cansativo e entediante numa conversa ou texto é um dos maiores pecados da comunicação. Geralmente o prolixo não reconhece que sua expressão é confusa, cheias de palavras repetidas ou sem um significado importante e que os ouvintes não prestam a atenção justamente pela falta de objetividade. Assim como uma orquestra, uma apresentação ou reunião necessita de um maestro, um profissional que lidere o grupo, alinhe e sintonize os interesses em questão, afine os instrumentos, balize o timing da equipe, amenize ou elimine os ruídos e dissonâncias desnecessárias, potencialize o som dos solistas mais talentosos e interessantes, enfim, dê o ritmo e o tom do que está na “partitura musical”. </p>
<p>- <b>Ignorância:</b> falta de conhecimento, sabedoria e instrução sobre determinado tema, ou mesmo acreditar em algo falso, não tendo discernimento. Saber que existe mais conhecimento e profundidade num assunto, porém, não buscar isso. Fazer pouco caso da importância do saber, e agir como se não precisasse do outro. Quando se trata de um líder, os conflitos e as diferenças motivados pela desinformação e ignorância precisam ser encarados e resolvidos, afinal, não se pode simplesmente ignorá-los. Saber lidar com os conflitos e administrar as diferenças, usando uma comunicação equilibrada, pode enriquecer a pluralidade da empresa, ampliando seus horizontes e a sua visão de mundo. </p>
<p>- <b>Arrogância:</b> caracteriza a falta de humildade. Alguém que não deseja ouvir os outros, aprender algo que não saiba ou estar no mesmo nível do seu próximo. A soberba, a altivez, o orgulho exagerado, a vaidade em excesso em relação ao que sabe ou ao sucesso que desfruta completam esse pecado. Segundo o cristianismo, um dos sete pecados capitais é a soberba, que por sua vez inclui a vaidade e a arrogância. Mas ser arrogante pode também significar coragem, o assumir o seu ponto de vista, a personalidade ou a identidade.  Contraposta, a humildade é uma das qualidades mais difíceis de exercer. Porém, humilde não significa ser fraco perante a posição que se ocupa no trabalho ou no mundo. Pode-se nascer com tendências à virtude da humildade, como também trabalhar para adquirir esse comportamento. É saber ouvir, ser firme sem passar por cima do outro, é ser reverente e ter o conhecimento exato do que não se é. É viver sem ilusões. Alegria, serenidade e paz são os frutos colhidos. </p>
<p>Se comunicar bem, promover o bem-estar e atingir os objetivos estabelecidos para si mesmo nos âmbitos da vida pessoal e profissional são qualidades desejadas pelas empresas inteligentes. Um time inovador e vencedor só sobrevive porque alinha firmemente a comunicação pessoal e a mercadológica. Inúmeras são as pesquisas a apontar o porquê das empresas e instituições se destacarem, embora enfrentem acirrada concorrência. E a resposta está no Treinamento e Desenvolvimento. No Brasil, dados de 2007 da Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento, a ABTD, indicam que 4% do orçamento das maiores empresas nacionais são destinados a T &#038; D. De 476 empresas pesquisadas, o número médio de horas anuais de treinamento são 47, nos colocando entre as maiores médias mundiais. Os programas de Desenvolvimento de Lideranças ocupam o primeiro lugar nos investimentos, seguidos aos temas “Trabalho em equipe”, “Gestão de pessoas”,“Negociação”e “Atendimento ao cliente”. Como se pode observar, em todos eles o domínio da boa comunicação se faz necessário. </p>
<p><b>Reinaldo Passadori</b><br />
Presidente e fundador do <a href="http:www.passadori.com.br target="_blank"><b>Instituto Passadori</b></a>, especialista em comunicação verbal e comunicação focada em gestão de pessoas/recursos humanos. É autor dos livros As 7 Dimensões da Comunicação Verbal e Comunicação Essencial – Estratégias Eficazes para Encantar seus Ouvintes &#8211; Editora Gente. </p>
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