Texto de Reinaldo Passadori – Adaptado por Kelly Campolongo
Começamos a escolher que caminho profissional seguir em nossas vidas desde a primeira pergunta que nos fazem quando somos ainda criança: o que você quer ser quando crescer? A princípio, respondemos aquilo que nos vem à cabeça ou o que nos chamou mais atenção, escolhendo profissões mais visadas como médico, veterinário, bombeiro, advogado, enfermeiro, artista ou jogador de futebol.
Quando nos tornamos jovens, nossos sonhos e desejos começam a serem escolhidos de forma mais concreta e começamos a traçar metas e objetivos para realizá-los.
Mas será que tudo que planejamos sai exatamente do jeito que a gente espera? Nem sempre.
Não pense que é fácil. Se, por vezes aparecem obstáculos no decorrer de nossas vidas, aqueles momentos em que nos sentimos perdidos, saiba que é normal, diria até que é muito comum, porque a vida não é só formada por êxitos e glórias. É feita também das dificuldades, dos desafios, dos limites a serem ultrapassados e das pequenas ou grandes frustrações.
Nos deparamos então, com um item importante para não pensarmos em desistirmos de nossos ideais: a automotivação.

Ela começa com o objetivo a ser traçado e com o comprometimento em atingi-lo, para que possamos nos levantar com mais força, após cada tombo que tomamos.
É necessário termos a clareza de valores fundamentais e usarmos como forças impulsionadoras para resgatar o entusiasmo, força motriz para seguir adiante, com garra, firmeza e convicção.
A automotivação não é dependente de estímulos externos, tais como punição ou premiação. Ela nasce do orgulho em ser o autor, o responsável pelas decisões e ações e, fundamentalmente por dar a direção na vida a partir das escolhas que fizemos.
Uma pessoa automotivada irradia uma energia positiva de bom humor, de flexibilidade, de tolerância, pois tem a consciência de que uma grande edificação é feita passo a passo, tijolo a tijolo.
É importante fazermos a escolha de um trabalho que esteja vinculado à nossa vocação e a nossa competência, além do contínuo aperfeiçoamento dessas competências.
Portanto, há dois caminhos que nos ajudam e que são fundamentais para nossas realizações pessoais e profissionais:
O primeiro deles é fazer aquilo gostamos de verdade.
O segundo é aprender a gostar daquilo que fazemos.
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