Dia Internacional da Mulher – 2010
mar 8th, 2010 by Instituto Passadori

Dia Internacional da Mulher - 2010

100 Melhores Fornecedores para RH – 2010
fev 11th, 2010 by Instituto Passadori



Os Sete Pecados Capitais de Comunicação no Ambiente do Trabalho
fev 1st, 2010 by Reinaldo Passadori

Esse artigo foi publicado pela Revista Melhor Gestão de Pessoas.

As empresas atualmente têm muitos desafios a enfrentar para não cometerem erros na comunicação com os seus colaboradores. E as equipes e seus membros precisam estar atentos em evitar falhas que possam comprometer as suas carreiras e nem sempre são percebidas durante uma auto avaliação. Aprimorar a forma de se comunicar na vida profissional traz ganhos significativos e evita conflitos e insatisfações em todos os aspectos do dia a dia.

O papel do colaborador é justamente participar do “time” e se relacionar com os outros na empresa. E ele precisa saber como, afinal, mantém uma relação de convivência diária com seus colegas de trabalho. Um bom relacionamento interno é um fator estratégico para seu sucesso profissional e para o sucesso da empresa como um todo.

Conhecer a si mesmo é a primeira etapa de uma vida equilibrada, e por conseqüência uma comunicação eficiente e realizadora. É preciso fazer uma reflexão profunda de como é a nossa interação com o mundo e conosco: a forma de interpretar fatos, de compreender o próximo, de adquirir o conhecimento, de tratar as pessoas; perante problemas e desafios, qual é o nosso modo de agir ?

Pensando no processo de comunicação, quando falamos, achamos que o outro está recebendo a nossa mensagem sem interpretação pessoal, entretanto, esquecemos algumas vezes que o nosso interlocutor adiciona significados. Ele reelabora o que apresentamos, baseado nas suas experiências e referências. Além das palavras usamos a linguagem não verbal, gestos e expressões para transmitir sentimentos, estado de espírito, idéias, pensamentos, intuições, sensações, valores e crenças pessoais. Nossa comunicação verbal e não-verbal é a representação do nosso mundo interior interagindo com o exterior.
No contexto de uma organização, cada pessoa precisa avaliar seu relacionamento com os funcionários de diferentes setores da companhia. Saber lidar com a gerência, a diretoria e os mais diversos departamentos, muitas vezes envolvendo fornecedores e parceiros. Ser um profissional pró-ativo, comunicativo e perspicaz vai ajudar a evitar os sete pecados capitais ao se comunicar no trabalho. Eles foram inspirados em alguns dos pecados bíblicos. Vindo do latim peccátu, é o sentido de errar ou não atingir um alvo, ideal ou padrão. Classificados por São Tomás de Aquino (1225-1274), os mais conhecidos são: gula, luxúria, avareza, ira, inveja, soberba, vaidade, preguiça, mentira, arrogância, calúnia, adultério, roubo, orgulho, ódio. Durante séculos as religiões e a sociedade discutiram sobre os pecados. Se durante a idade média o indivíduo era condenado ao cometer uma falha, hoje em dia o ser humano é visto como multidimensional e em constante evolução. Todos cometem erros, porém, o que não devemos é permanecer neles. Na vida moderna, parte do avanço conquistado vêm do aprendizado proporcionado pelas vivências e treinamentos corporativos. Durante a carreira profissional e mesmo no decorrer da vida, é essencial observar quais os pecados de comunicação são cometidos e o que fazer para evitá-los:

- Apatia: ela reflete o desconhecimento das características do público-alvo. De nada adianta ter o domínio da forma e do conteúdo se a fala é sem “alma”, sem sensibilidade e sem conexão com a audiência. O contrário da apatia é a empatia, a capacidade de se colocar no lugar do outro, compreendendo o seu nível sócio-cultural, temperamento e momento psicológico. Ser empático é ser generoso com o outro, ao contrário da avareza, o querer tudo para si. Com a voz serena, mas firme, pode-se articular palavras com calma, confiança, polidez e respeitabilidade, tornando a comunicação atraente.

- Insegurança: a falta de informação, de conhecimento sobre uma situação ou um tema, pouco ou nenhum conteúdo evidenciam a ausência de assertividade. Pessoas inseguras geralmente se comportam de maneira agressiva, para causarem medo e intimidação. Expressa autoridade com rispidez. Essa imposição encobre o receio das suas próprias fragilidades. Ser assertivo é ter autoconhecimento. Quem se conhece verdadeiramente pode se observar “de fora”. Possui uma consciência de si tão sensível que pode observar a própria atuação durante as relações interpessoais. Detém o controle de seus atos, seus gestos e suas palavras. A comunicação interpessoal é o reflexo da comunicação intrapessoal. Ao dominar as ações e o discurso, cultiva-se o equilíbrio interior, e certamente os reflexos na comunicação interpessoal serão positivos. Uma pessoa assertiva quer defender seus direitos e idéias e, ao mesmo tempo, procura aceitar os dos demais. Ela é firme, é confiante, é respeitosa, é ponderada, é, afinal, controlada. Quem mantém um comportamento assertivo é alguém emocionalmente inteligente e maduro e com certeza tem um destino destacado no futuro: o sucesso.

- Impaciência: um dos grandes obstáculos ao aprendizado e à boa convivência. Pouca clareza e nenhuma empatia tornam a comunicação quase que uma obrigação ao invés de ser uma ação prazerosa e envolvente. Quando se é impaciente, sobra pouco ou quase nada a ensinar e não há espaço para a observação e o intercâmbio de informações. Uma postura sábia requer dar o tempo de maturação necessário aos acontecimentos e também tomar decisões firmes de forma serena, sem atropelos. No contexto corporativo, os profissionais – que são, sobretudo, seres humanos, com todas as suas imperfeições, complexidades, singularidades intrínsecas – se inserem em uma dinâmica empresarial e têm de lidar com conflitos provocados pelo atrito de suas diferenças. Ninguém é melhor do que ninguém a priori: só é possível avaliar uma proposta ou uma opinião como “a melhor”, mais adequada, mais oportuna, com base no diálogo, na argumentação sólida e na consideração e respeito pelos outros.

- Incoerência: Discrepância, falta de lógica, inconseqüência. É a diferença entre falar, defender uma idéia, valores ou posição e não seguir os discursos e as idéias apregoados. Durante uma exposição, não encadear os assuntos dando uma seqüência pertinente e complementar, defendendo um ponto de vista para em outro momento contradizê-lo. Esse comportamento desperta desconfiança e descrédito, pois as pessoas acreditam que a qualquer momento o incoerente poderá mudar de lado e até terá uma justificativa, sem se importar com os desdobramentos das suas atitudes.

- Prolixidade: ser excessivamente longo, cansativo e entediante numa conversa ou texto é um dos maiores pecados da comunicação. Geralmente o prolixo não reconhece que sua expressão é confusa, cheias de palavras repetidas ou sem um significado importante e que os ouvintes não prestam a atenção justamente pela falta de objetividade. Assim como uma orquestra, uma apresentação ou reunião necessita de um maestro, um profissional que lidere o grupo, alinhe e sintonize os interesses em questão, afine os instrumentos, balize o timing da equipe, amenize ou elimine os ruídos e dissonâncias desnecessárias, potencialize o som dos solistas mais talentosos e interessantes, enfim, dê o ritmo e o tom do que está na “partitura musical”.

- Ignorância: falta de conhecimento, sabedoria e instrução sobre determinado tema, ou mesmo acreditar em algo falso, não tendo discernimento. Saber que existe mais conhecimento e profundidade num assunto, porém, não buscar isso. Fazer pouco caso da importância do saber, e agir como se não precisasse do outro. Quando se trata de um líder, os conflitos e as diferenças motivados pela desinformação e ignorância precisam ser encarados e resolvidos, afinal, não se pode simplesmente ignorá-los. Saber lidar com os conflitos e administrar as diferenças, usando uma comunicação equilibrada, pode enriquecer a pluralidade da empresa, ampliando seus horizontes e a sua visão de mundo.

- Arrogância: caracteriza a falta de humildade. Alguém que não deseja ouvir os outros, aprender algo que não saiba ou estar no mesmo nível do seu próximo. A soberba, a altivez, o orgulho exagerado, a vaidade em excesso em relação ao que sabe ou ao sucesso que desfruta completam esse pecado. Segundo o cristianismo, um dos sete pecados capitais é a soberba, que por sua vez inclui a vaidade e a arrogância. Mas ser arrogante pode também significar coragem, o assumir o seu ponto de vista, a personalidade ou a identidade. Contraposta, a humildade é uma das qualidades mais difíceis de exercer. Porém, humilde não significa ser fraco perante a posição que se ocupa no trabalho ou no mundo. Pode-se nascer com tendências à virtude da humildade, como também trabalhar para adquirir esse comportamento. É saber ouvir, ser firme sem passar por cima do outro, é ser reverente e ter o conhecimento exato do que não se é. É viver sem ilusões. Alegria, serenidade e paz são os frutos colhidos.

Se comunicar bem, promover o bem-estar e atingir os objetivos estabelecidos para si mesmo nos âmbitos da vida pessoal e profissional são qualidades desejadas pelas empresas inteligentes. Um time inovador e vencedor só sobrevive porque alinha firmemente a comunicação pessoal e a mercadológica. Inúmeras são as pesquisas a apontar o porquê das empresas e instituições se destacarem, embora enfrentem acirrada concorrência. E a resposta está no Treinamento e Desenvolvimento. No Brasil, dados de 2007 da Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento, a ABTD, indicam que 4% do orçamento das maiores empresas nacionais são destinados a T & D. De 476 empresas pesquisadas, o número médio de horas anuais de treinamento são 47, nos colocando entre as maiores médias mundiais. Os programas de Desenvolvimento de Lideranças ocupam o primeiro lugar nos investimentos, seguidos aos temas “Trabalho em equipe”, “Gestão de pessoas”,“Negociação”e “Atendimento ao cliente”. Como se pode observar, em todos eles o domínio da boa comunicação se faz necessário.

Reinaldo Passadori
Presidente e fundador do Instituto Passadori, especialista em comunicação verbal e comunicação focada em gestão de pessoas/recursos humanos. É autor dos livros As 7 Dimensões da Comunicação Verbal e Comunicação Essencial – Estratégias Eficazes para Encantar seus Ouvintes – Editora Gente.

Planejamento Estratégico Empresarial e Gestão Estratégica de Negócios
nov 9th, 2009 by Múcius Vasconcelos

Como havia prometido, vamos conversar nesta oportunidade sobre Diagnóstico.

Em termos de Avaliação Clássica, existem dois tipos de diagnósticos. Diagnóstico a partir de um Planejamento Estratégico Empresarial e o Diagnóstico a partir do Planejamento Estratégico Empresarial Ambiental.

O primeiro tem como variáveis de estudo das empresas, seu ambiente interno e externo e as variáveis de mercado diretamente ligadas a ela e sua atividade.

O segundo avalia o momento atual e futuro da empresa sob análise sob um ponto de vista mais amplo.

O Diagnóstico Ambiental além de avaliar a empresa, tendo como partida as variáveis contidas no Planejamento Estratégico Empresarial, que na maioria da vezes acaba por enfocar de forma equivocada o micro mundo da empresa e variáveis diretamente a ela direcionadas, quais sejam, seus Pontos Fortes, Pontos Fracos, Ameaças, Oportunidade, Clientes, Fornecedores, Mercado e Concorrentes, avalia também, variáveis macroeconômicas que muitas vezes, por falta de dados, tempo, recursos ou mesmo desinformação, são “deixadas de lado”, prejudicando sobremaneira o resultado do trabalho e sua eficácia. Como alguns exemplos que não pretendem ser exaustivos de variáveis macroeconômicas, temos, Fatores Sociais, Demografia, Tecnologia, Economia, Fatores Políticos e Legislação.

Percebemos assim de forma até simplista, que um Diagnóstico digno do nome, precisa ser construído a partir de um Planejamento Estratégico Empresarial Ambiental. Pelo simples e bom motivo de que ele Diagnóstico estará apoiado em um maior e mais completo número de informações, ainda que eventualmente não seja exaustivo.

Para fazermos um bom Diagnóstico, precisamos ter além de uma boa formação técnica, precisamos ter experiência. Somente assim, poderemos interpretar os dados que nos são apresentados e recomendar as rotas que devem ser seguidas ou corrigir as que estão sendo percorridas.

Em existindo todo este “manancial” de fatores, temos então como diagnosticar a “saúde” empresarial de nosso contratante seja ele do segmento de agro negócio industrial, comercial ou de prestação de serviços.

Chegou então a hora de escrever e comunicar o Diagnóstico, se ele mostra que nosso “paciente” está em bom estado de “saúde”, esta é uma feliz missão, mas… e se sua saúde estiver necessitando de algumas “vitaminas”, ou seja, algumas correções de rotas… nossa posição de consultor ou prestador de serviços “celetista ou não” ainda é confortável, mas… e se o diagnóstico mostrar que a contratante precisa de uma cirurgia? O que fazer? Como fazer? A quem comunicar? Como comunicar?

E é sobre este tema palpitante que conversaremos em nosso próximo encontro.

Múcius Vasconcelos

Os Pilares da Liderança
nov 4th, 2009 by Marcio Gaba

Para construir uma ponte que o levará à liderança eficaz, você precisa de cinco pilares colocados nos lugares certos. Quando esses pilares estiverem fundados em integridade, respeito e desejo de servir você estará pronto a levar a si mesmo e sua organização a alturas nunca antes imaginadas!

O primeiro pilar envolve cristalizar seu pensamento para que você saiba onde está e onde você e sua organização querem chegar. Lembre-se que você e os membros de sua equipe nunca atingirão objetivos como se tropeça em algo no escuro.

O segundo pilar envolve o desenvolvimento de um plano de ação por escrito para a realização do objetivo, juntamente com prazos estabelecidos para isto. É extremamente importante que este plano seja por escrito, senão o que parece claro como cristal hoje pode se tornar vago ou esquecido na agitação de amanhã.
Três: Uma grande paixão marca a diferença entre um verdadeiro objetivo e simplesmente querer algo.

O Desejo coloca ação nos planos feitos por você. Sem o desejo, você e sua equipe atingirão pouco, independentemente do valor do objetivo ou do plano que você traçou.

O quarto pilar é a habilidade sua e de sua equipe de desenvolver a confiança suprema em si, e em sua habilidade para atingir resultados.

O quinto pilar é o desenvolvimento de um comprometimento sincero para seguir com seu plano, independente de obstáculos, críticas, ou circunstâncias, e apesar do que os outros pensam, dizem, ou fazem.

Este último ponto essencial da liderança separa você da multidão medíocre de líderes e gestores que sucumbem às pressões da sociedade, ao desejo de aceitação, e à tentação do conformismo.

Positivamente,

Marcio Gaba

Reinaldo Passadori Recebe Medalha Anchieta e Diploma de Gratidão da Cidade de S. Paulo
out 26th, 2009 by Instituto Passadori

A Câmara Municipal de São Paulo entregou, nesta sexta-feira (23/10), a Medalha Anchieta e o Diploma de Gratidão da Cidade de São Paulo ao professor Reinaldo Passadori, líder em comunicação verbal. A iniciativa foi do vereador Paulo Frange (PTB). O evento contou com a participação de 250 convidados, entre eles colaboradores, facilitadores, clientes e amigos. Após a sessão foi oferecido aos presentes um coquetel no Espaço Restaurante Escola, na própria sede da Câmara Municipal.

Paulistano do bairro do Jaçanã, Reinaldo é presidente e fundador do Instituto Passadori, que existe desde 27 de outubro de 1984. “A comunicação é uma ferramenta para se alcançar o sucesso na vida. Mesmo assim, com raras exceções, as escolas não preparam a pessoa para falar. Dificuldades como timidez, medo e ansiedade atrapalham a entrada no mundo corporativo. Nós oferecemos cursos que ensinam organizar melhor as ideias, trabalhar com a postura, entre outras coisas”, explicou o homenageado.

Muitos clientes, colaboradores, parceiros e amigos estiveram no evento. Importantes empresas, representadas por seus altos executivos marcaram presença, entre elas, a Serasa Experian e o Bradesco.

O vereador Paulo Frange elogiou o homenageado. “Reinaldo ensina as pessoas a romper a barreira do medo. Pessoas simples que passam a trabalhar falando com desenvoltura. Ele é um facilitador das relações humanas, produzindo pessoas mais capacitadas, promovendo a auto-estima”, disse o vereador.




A Rádio-Escola SOMPEF, no bairro paulistano Jaçanã, foi um marco para a história pessoal de Reinaldo, lá ele despertou seu interesse para a comunicação. A rádio era parte integrante da Escola Estadual Professor Eurico de Figueiredo, a qual estudou o ginásio e o colegial.

Atualmente, o presidente do Instituto marca sua presença como convidado especial de programas de rádio, mídia impressa, internet e TV. Reinado é articulista da revista Você S.A. da Editora Abril, além de eventualmente colaborar com diversos portais especializados em consultoria de negócios com ênfase em comunicação, tais como a Revista Seguro Total, o Portal Consultores, o Portal RH, o Jornal de Comunicação Corporativa, a Rádio Mega Brasil, o Jornal Carreira & Sucesso.

Participaram da mesa solene, além do vereador e do homenageado, Alexandre Garett, editor e Publisher da Revista Gestão & RH; Amadeu Gonçales Filho, Antonio Geraldo Wolff, presidente do Conselho Deliberativo da AAPSA; Edna Vasselo Goldoni, superintendente Comercial da Admix; José Maurício da Fonseca Maia, executivo de Marketing da Sabesp; Milton Luis Figueiredo Pereira Maia, diretor de desenvolvimento humano para a América Latina da Serasa Experian; Orlando Franzini, diretor CTO Comunicação Total; Roberto Wong, CEO DA Roberto Wong Consultoria Executiva; Vanderlei Macris, deputado federal; João Albana Carvalho, coordenador regional da 1º Região Maçônica.

O Instituto Passadori

O IP nasceu em 1984 quando a comunicação empresarial já apontava a necessidade crescente de melhorar a relação com seus públicos. Uma nova forma de gestão trazia resultados à cultura do uso da informação nas empresas.

Especializado em comunicação verbal, o Instituto Passadori destaca-se nesta área como um dos mais conceituados do país. Seu objetivo é prover soluções para o Desenvolvimento Humano por meio de propostas criativas e personalizadas em treinamentos e projetos de desenvolvimento de pessoas, em cursos presenciais e à distância.

Já treinou mais de 45 mil alunos, em mais de duas mil turmas e aulas individuais. Sua carteira de clientes ultrapassa 450 empresas, de todas as partes do Brasil. Reinaldo Passadori, presidente do IP, é autor do livro Comunicação Essencial – Estratégias Eficazes para Encantar seus Ouvintes (Editora Gente).

Instituto Passadori

Sucesso
out 19th, 2009 by Marcio Gaba

Enquanto o sucesso significa diferentes coisas para diferentes líderes, existe uma definição que se encaixa em qualquer visão de liderança efetiva: Sucesso é a realização progressiva de objetivos pessoais e organizacionais pré-determinados e de valor.

Grande liderança não é algo criado por acidente; você não pode comprá-lo, herdá-lo, ou criá-lo sem esforço ou premeditação. Ao contrário, a grande liderança depende de seguir-se um processo de estabelecimento e alcance de objetivos. Líderes altamente eficazes trabalham para instilar os mecanismos deste processo nas mente e corações dos membros de sua equipe. Este processo acontece através de “Realização Progressiva”.

Não podemos sempre prever o efeito final da realização de um objetivo específico, mas o ponto importante a se considerar é que a realização aparece como conseqüência direta de uma pessoa e uma organização moverem-se em direção a objetivos pré-determinados.

Positivamente,

Marcio Gaba

Planejamento Estratégico Empresarial e Gestão Estratégica de Negócios
out 5th, 2009 by Múcius Vasconcelos

Vamos conversar hoje algo indispensável quando abordamos Planejamento Estratégico Empresarial, vamos conversar sobre Análise da Situação da Empresa, seja ela qual for, atue em qualquer tipo de segmento de mercado, não importando se isto ocorre na Indústria, no Comércio ou na Prestação de Serviços.

A Análise da Situação solicita que o Empresário, Executivo ou Consultor avalie os pontos vitais da Empresa. Quais são eles? são os Pontos Fortes, as Oportunidades de Melhoria (prefiro assim chamar) do que de Pontos Fracos como a maioria dos Consultores os identificam, as Ameaças e as Oportunidades. Esta Análise deve abranger os aspectos domésticos e externo da situação em Análise. Quando realizamos uma Análise completa, podemos chamar de Planejamento Ambiental.

A priori pode parecer fácil, entretanto, exige na imensa maioria das vezes que o Profissional que está investigando a Empresa ou a Atividade tenha completa isenção de ânimos sobre o “material investigado” pois se houver “envolvimento” emocional nesta avaliação o resultado pode ficar comprometido.

A partir deste levantamento isento de emoções, temos “material” mais do que suficiente para realizarmos um Diagnóstico.

Dependendo da felicidade deste “Diagnóstico” temos um bom caminho a ser palmilhado rumo ao sucesso.

E é sobre isto, ou seja, Diagnóstico que nos vamos falar em nosso próximo contato.

Múcius de A. Vasconcelos

Usando tecnologia em apresentações: Usando Imagens
set 21st, 2009 by Luciano Naldi

Amigo Leitor,

Ilustrações, fotos e vídeos, entre outros recursos, podem auxiliar na transmissão de idéias complexas.

Quantas vezes já ouvimos: “Uma imagem vale mais que mil palavras.”

Pois é, essa é a tendência atual, utilizar imagens em slides e colocar o mínimo de texto possível.

Para isso, alguns cuidados devem ser observados:

- a qualidade da imagem e do vídeo – procure utilizar sempre com alta resolução para não distorcer e assim prejudicar a visualização;

- direitos autorais – mesmo disponíveis na Internet, utilize as imagens de royalities free, leia sempre os termos de utilização e licença disponíveis nos sites de distribuição para saber se é possível utilizar as imagens;

- sempre coloque a fonte (origem da imagem) – além de educado, pode evitar problemas de utilização.

Lembre-se que tudo em excesso provoca distração.

Na próxima semana: “O Uso de Laser Pointers.”

Até lá! Aguardo sua visita!

Luciano Naldi

O que se fala não se escreve
set 14th, 2009 by Léo Artése

Olá! de volta!

Se as características culturais de uma região ou de um indivíduo têm influência nos modos de falar, também marcam presença na música.

As maneiras de tocar, de compor, de cantar, apresentam variações lingüísticas ou comportamentais que diferem das regiões brasileiras entre si.

A música vai ser a motivação para entendermos mais as prováveis inadequações ocasionadas na fala através da escrita.

“O que se fala não se escreve” é a expressão que retrata a multidiversidade lingüística tão crescente a partir da colonização do país. Muitos idiomas influenciaram a variação da linguagem. Várias culturas reveladas a partir do trabalho das bandas regionais que carregam um sotaque típico e expressões inusitadas das marcas regionais.

Cantamos e nutrimos uma cadência bonita a partir do que a gramática considera “erro”.

E agora?

Você não vale nada/Mas eu gosto de você! /Tudo que eu queria /era saber porquê?!? (1)
Você brincou comigo, / bagunçou a minha vida.(2)
Vendo a hora morrer (…) (3)
Já fiz de quase tudo tentando te esquecer. (4)
Seu sangue é de barata, / a Boca é de vampiro. (5)
Um dia eu lhe tiro / de vez meu coração./Aí não mais te quero (6)
Amor não dê ouvidos /Por favor, me perdoa / Tô morrendo de paixão… (7)
Eu quero ver você sofrer /Só pra deixar de ser ruim (8)
Eu vou fazer você chorar, se humilhar /Ficar correndo atrás de mim! (9)

Bom… Isso é Brasil!!

Priscilla Toledo

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